O roubo de bancos é um crime sério e audacioso que envolve a invasão de instituições financeiras com o objetivo de subtrair grandes quantias de dinheiro. Este tipo de crime exige planejamento meticuloso e muitas vezes conta com a participação de várias pessoas, cada uma desempenhando um papel específico, como vigilância, logística e execução do assalto.
A Polícia Civil do Pará, através da Delegacia de Repressão a Roubo a Bancos e Antissequestro (DRRBA), vinculada a Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), deflagrou, na quinta-feira (27), a 3ª fase da ‘Operação Independência’, nas cidades de Ceilândia, no Distrito Federal (DF); e Luziânia, em Goiás.
A ação faz parte das investigações acerca da associação criminosa que, em 8 de setembro de 2023, roubou a agência do Banco do Estado do Pará (Banpará) em Viseu, no nordeste do estado. A ofensiva contou com apoio da Polícia Civil do Distrito Federal, da Polícia Militar do Distrito Federal e da Polícia Militar de Goiás.
Durante o cumprimento do mandado de prisão de busca e apreensão, Francisco Lopes Justino, conhecido por criminosos como “Chico Justino”, “Calça Frouxa”, “Careca”, “Doido”, ao perceber a chegada dos agentes de segurança, tentou empreender fuga e atirou com arma de fogo contra os agentes públicos, os quais reagiram à injusta agressão. O foragido da justiça foi atingido, sendo prontamente socorrido, porém não resistiu aos ferimentos e morreu. Com ele foi apreendida uma pistola Taurus 740, calibre .40.
“Com respostas rápidas o sistema de segurança conseguiu identificar os envolvidos e os colocar à disposição da Justiça. Os que reagiram, atentado com os agentes morreram em confrontos”, afirmou Walter Resende, gestor da Polícia Civil do Pará.

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