Um incêndio que já dura três semanas levou ao esvaziamento da Ilha de Amsterdã, porção de terra que integra as Terras Austrais e Antárticas Francesas (TAAF), no Oceano Índico, e que ficou conhecida como a “ilha mais isolada do mundo”. O fogo já destruiu quase metade da região, palco de pesquisas científicas por ser considerada um “santuário da diversidade”. Os seus 30 moradores, entre cientistas, militares e técnicos, precisaram ser retirados às pressas do local.
A região integra o Patrimônio Mundial da Unesco e recebe especial atenção de pesquisadores das mudanças climáticas. Ainda de acordo com a RFI, a geografia da ilha de Amsterdã oferece as “condições perfeitas” para a coleta e a análise de dados sobre qualidade do ar, o que a torna “um dos dois únicos locais no mundo dedicados ao estudo aprofundado da poluição atmosférica”.

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