A Defesa Civil do Rio Grande do Sul confirmou mais uma morte provocada pelas chuvas devastadoras que assolaram o estado. Mauro Perfeito da Silva, de 72 anos, foi a vítima mais recente, morto pela queda de uma árvore sobre seu carro em Sapucaia do Sul. Silva, além de advogado, era presidente do diretório do Podemos local, mostrando como a tragédia não poupa nem figuras públicas.
Além de Silva, outras duas mortes foram registradas: uma em Nova Petrópolis e outra em Candelária, evidenciando a ampla devastação causada pelas chuvas. A situação é tão grave que uma pessoa ainda está desaparecida em Candelária, e um acidente de trânsito em Santa Tereza foi associado às condições climáticas adversas.
O governo estadual reportou que 4.011 pessoas foram desalojadas e 2.005 desabrigadas, números que refletem a magnitude do desastre. A prefeitura de Jaguari decretou estado de calamidade pública, enquanto oito outros municípios declararam situação de emergência, demonstrando a incapacidade das autoridades locais em lidar com a crise.
Em meio a essa catástrofe, 552 pessoas e 125 animais precisaram ser resgatados, um esforço hercúleo que expõe a fragilidade da infraestrutura e a falta de preparo para tais eventos climáticos extremos no estado.

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