A turista brasileira Juliana Marins foi localizada em estado crítico após cair em um penhasco enquanto caminhava pela cratera do monte Rinjani, na Indonésia. Segundo a Basarnas, ela foi encontrada com a ajuda de um drone com sensor térmico, a cerca de 500 metros do ponto de queda, na área de Cemara Nunggal.
As condições meteorológicas adversas forçaram o fim das buscas na noite de segunda-feira, deixando Juliana mais uma noite sozinha, sem comida, água ou agasalho. A lentidão das autoridades indonésias tem sido criticada pela família, especialmente pela demora no resgate inicial, que levou 17 horas, muito além do esperado.
A irmã de Juliana, Mariana Marins, expressou sua frustração com a falta de agilidade e coordenação das autoridades, além de criticar o guia que permitiu que Juliana ficasse para trás. A esperança agora recai sobre um alpinista independente que tenta chegar até ela para auxiliar no resgate.
A família pede que o governo brasileiro pressione a Indonésia para acelerar o resgate, pois o tempo é crucial para a sobrevivência de Juliana.

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