Em um cenário de calmaria no mercado financeiro brasileiro, o dólar continuou sua trajetória de queda, contrariando o movimento global. A moeda norte-americana fechou a R$ 5,483, com uma redução de R$ 0,015 (0,28%). A queda ocorreu mesmo com o aumento das tensões comerciais entre Estados Unidos e Canadá, refletindo uma dinâmica local mais estável.
O mercado de ações também apresentou um comportamento misto. O Ibovespa, índice da B3, encerrou o dia em 136.866 pontos, com uma leve queda de 0,18%. A performance das ações de mineradoras foi um fator crucial para evitar uma queda mais acentuada do índice.
A queda do dólar no Brasil foi influenciada pela estabilidade da inflação nos Estados Unidos, que registrou um aumento de apenas 0,1% em maio, conforme esperado. Isso reforça as expectativas de que o Federal Reserve possa reduzir os juros no segundo semestre, impactando positivamente a moeda brasileira.
No entanto, a decisão de Donald Trump de impor tarifas sobre produtos canadenses e encerrar negociações comerciais com o país vizinho trouxe volatilidade ao mercado global, mas o Brasil manteve sua resiliência, com o dólar mantendo-se abaixo de R$ 5,50.

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