A Polícia Federal (PF) realizou uma operação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na manhã desta sexta-feira (18/7) em Brasília, com mandados autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares como o uso de tornozeleira eletrônica, restrição de acesso às redes sociais, recolhimento domiciliar noturno e proibição de contato com diplomatas e outros investigados, incluindo seu filho, Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
A Procuradoria-Geral da República pediu ao STF a condenação de Bolsonaro e sete ex-integrantes de seu governo por suposta trama de golpe de Estado. O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) criticou a operação, alegando falta de crime, condenação ou prova, enquanto Carlos Jordy (PL-RJ) chamou a ação de “perseguição implacável”. O PL, partido de Bolsonaro, manifestou “estranheza e repúdio” à operação, considerando-a desproporcional.
Por outro lado, líderes do PT, como Lindbergh Farias (PT-RJ) e Rogério Correia (PT-MG), apoiaram as medidas, destacando a importância da tornozeleira eletrônica para evitar fuga. Guilherme Boulos (PSol-SP) celebrou a operação, indicando que a verdade está se aproximando.

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