Luciano Hang denuncia grafite em viaduto de Goiânia
O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, denunciou publicamente um ato de grafite no viaduto Iris Rezende Machado, em Goiânia, que ele havia ajudado a pintar recentemente. O incidente envolveu o artista Smith Art Tattoo, que grafitou a estrutura junto com um menor de idade e divulgou o vídeo no YouTube. Hang, em resposta, publicou um vídeo em suas redes sociais na terça-feira, 10 de março de 2026, informando que tomou medidas legais contra o artista e já repintou o local.
A pintura inicial e o combate ao vandalismo
Em 30 de janeiro de 2026, Luciano Hang participou pessoalmente da pintura do viaduto Iris Rezende Machado, localizado em frente a uma loja Havan, com o objetivo de remover pichações existentes. A ação contou com o apoio do prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, do União Brasil, e visava melhorar a aparência do espaço público. Hang enfatizou que o esforço era parte de uma iniciativa para combater o vandalismo nas cidades brasileiras.
O viaduto, batizado em homenagem ao ex-governador Iris Rezende Machado, havia sido alvo de pichações anteriormente, o que motivou a intervenção. A pintura inicial transformou o local em um ponto mais limpo e respeitoso, alinhado com a defesa de Hang por espaços públicos preservados.
O grafite recente e a gravação do ato
Nesta semana, Smith Art Tattoo grafitou novamente o viaduto, acompanhado de um menor de idade, e registrou todo o processo em vídeo. O conteúdo foi postado no canal do artista no YouTube, o que chamou a atenção de Hang e de autoridades locais. O ato ocorreu no mesmo local que havia sido revitalizado há pouco mais de um mês.
A denúncia de Hang destacou que o grafite foi realizado de forma intencional e documentada, o que ele considera uma provocação direta. O empresário argumentou que tais ações contribuem para a degradação urbana e desrespeitam tanto espaços públicos quanto privados.
Medidas legais e defesa de punições mais duras
Em seu vídeo publicado em 10 de março de 2026, Hang informou que já adotou medidas legais contra Smith Art Tattoo, classificando o grafite como crime no Brasil. Ele defendeu a necessidade de consequências mais rigorosas, incluindo prisão, para deter o vandalismo. Após a denúncia, o local foi repintado para restaurar sua condição anterior.
Um indivíduo que se identifica como Smith Art Tattoo pichou o viaduto que tínhamos acabado de pintar lá, em Goiânia, junto com um menor de idade. Ele gravou tudo e ainda teve a coragem de postar no próprio canal do YouTube. É importante lembrar que isso é crime no Brasil.
Inclusive, prisão.
Motivações e impacto na sociedade
A motivação de Hang para a denúncia vai além do incidente isolado: ele busca evitar a normalização de atos de vandalismo que sujam as cidades e desrespeitam os espaços coletivos. O empresário argumenta que pichações e grafites não autorizados geram custos para a sociedade e incentivam comportamentos semelhantes. Essa posição reflete uma visão mais ampla de defesa de leis que promovam a ordem urbana.
Não podemos normalizar o vandalismo que suja as nossas cidades e desrespeita os espaços públicos e privados.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais, destacando o debate sobre arte urbana versus vandalismo. Enquanto alguns veem o grafite como expressão cultural, Hang e apoiadores enfatizam a importância de autorizações e respeito às normas para preservar o patrimônio público em Goiânia e em outras cidades.
