O presidente do Atlético-GO, Adson Batista, reafirmou sua posição contrária às casas de apostas no Brasil e defendeu que qualquer eventual encerramento do setor ocorra de forma planejada para preservar contratos já assinados pelos clubes. A manifestação ocorreu durante entrevista coletiva na reta final da campanha presidencial, quando o tema ganhou destaque no debate público envolvendo times de futebol. Batista associou as apostas a gastos excessivos no esporte e a casos de manipulação de resultados, pedindo respeito aos acordos vigentes.
Opinião sobre o impacto das apostas
Adson Batista destacou que mudanças abruptas poderiam prejudicar os clubes que já recebem patrocínios de empresas do setor. Ele ressaltou a importância de um estudo prévio com todos os envolvidos antes de qualquer decisão. O dirigente também mencionou que o Atlético-GO e o Vila Nova, representado pelo vice-presidente Hugo Jorge Bravo, dependem desses recursos para suas operações.
Respeito aos contratos vigentes
O presidente do Atlético-GO criticou o timing da discussão por considerá-la eleitoreira e pediu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva respeite os acordos comerciais em andamento. Ele alertou para os riscos de rompimento contratual, incluindo a necessidade de restituição de valores já recebidos.
Se essas bets vierem a acabar, para mim, eu acho importante. Eu sou contra
Adson Batista
Batista reforçou sua postura pessoal ao afirmar que nunca apostou e que seu interesse se limita ao futebol. A entrevista também incluiu declarações sobre sua visão política, mas o foco principal permaneceu na necessidade de planejamento para evitar prejuízos aos times brasileiros.
