Apesar da vitória esmagadora por 6 a 0 sobre a Bolívia, a seleção brasileira de futebol feminino não saiu satisfeita do Estádio Gonzalo Pozo Ripalda, em Quito. O técnico Arthur Elias criticou duramente a Conmebol pela estrutura oferecida. As jogadoras não puderam aquecer no gramado, sendo obrigadas a se preparar no vestiário, um espaço inadequado que teve que ser compartilhado com outra seleção.
Elias expressou preocupação com a saúde das jogadoras, citando um caso onde uma atleta quase teve uma lesão muscular durante o aquecimento. Ele destacou que a falta de aquecimento adequado afeta o desempenho das jogadoras, resultando em erros técnicos, especialmente no primeiro tempo. A ausência de aquecimento no campo é uma condição alarmante para o bem-estar das atletas e a qualidade do jogo.
Além disso, Elias criticou o pouco tempo de bola rolando durante a partida, com apenas 32% no segundo tempo e menos de 40% no primeiro. Ele questionou a árbitra sobre os critérios, já que a Fifa recomenda pelo menos 60% de bola em jogo. Essa situação pode influenciar diretamente na classificação, especialmente com o saldo de gols como critério de desempate.

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