A família da publicitária Juliana Marins utilizou as redes sociais para denunciar o descaso da companhia aérea Emirates no traslado do corpo da jovem de 26 anos para o Brasil. Juliana faleceu após cair durante uma trilha no Monte Rinjani, em Lombok, Indonésia. Inicialmente, a família não conseguia confirmar o voo que traria o corpo de Bali ao Rio de Janeiro.
Posteriormente, a família relatou que, embora o voo estivesse confirmado, a Emirates em Bali alegou que o bagageiro do voo estava lotado, impedindo o traslado. Manoel Marins, pai de Juliana, está na Indonésia para trazer o corpo de volta. A Emirates informou que o caso está sendo investigado.
A demora no resgate de Juliana, que só foi confirmado na terça-feira, também foi criticada pela família, que acusa negligência. A agência indonésia de busca e resgate atribuiu a demora às condições meteorológicas e ao terreno difícil. A autópsia revelou que Juliana morreu devido a hemorragia causada por traumas sofridos horas antes do resgate.

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