Procurada pela Polícia Civil de Goiás por suspeita de movimentar cerca de R$ 3 milhões com tráfico de drogas e de ter envolvimento com a morte de João Vitor Menez, de 22 anos, e da filha dele, Zayra Carvalho, de dois anos, a goiana Paolla Bastos Neiva disse ao Mais Goiás, por meio de advogado, que está disposta a depor e colaborar com o inquérito, desde que seja por videoconferência.
Segundo o advogado Welder Miranda, Paolla ainda não se apresentou porque aguarda o julgamento de um habeas corpus que foi impetrado na Justiça do Mato Grosso (estado onde também há um mandado contra ela).
“Os fatos trazidos são inverídicos. Paolla não foi ao Mato Grosso matar nenhuma das vítimas, e tampouco deu ordem para consumação do fato”, diz o advogado. “Paolla não conhecia as vítimas e nunca teve qualquer desavença com elas. Não existe uma filmagem do crime, uma interceptação em desfavor de Paolla ou mensagem dando ordem para que as vítimas fosse mortas, pagamento ou promessa de pagamento para que o crime fosse consumado”, completa a defesa.


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