O secretário Nacional do Consumidor, Wadih Damous, anunciou uma iniciativa positiva para proteger os bolsos dos brasileiros, notificando distribuidoras de gás natural canalizado e GNV para explicarem por que não estão repassando integralmente a redução de 14% no preço da molécula de gás anunciada pela Petrobras, válida a partir de amanhã (1º). Em entrevista à Voz do Brasil, Damous destacou que, desde 2022, a Petrobras reduziu em média 32% o valor, mas o repasse aos consumidores variou apenas de 1% a 4%, o que motivou a ação governamental para cobrar transparência e justiça nos preços. Essa medida reflete o compromisso do governo em combater práticas abusivas, incentivando que jovens e todos os consumidores participem ativamente denunciando irregularidades aos Procons ou à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), contribuindo para um mercado mais justo e acessível.
Caso as explicações das empresas não sejam satisfatórias, o governo estuda aplicar sanções, como processos administrativos, para evitar que margens de lucro elevadas prejudiquem o consumidor final. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) também foi notificada para fornecer dados técnicos, fortalecendo a análise. Entre as notificadas estão a Companhia de Gás de São Paulo, a Companhia Distribuidora de Gás do Rio de Janeiro, a Companhia de Gás de Santa Catarina, a Companhia Paraense de Gás, a Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul, a Gás Brasiliano Distribuidora S.A., a Sinergás GNV do Brasil Ltda., a Eco Comercializadora de GNV S.A., a GNV Anel Ltda., a Gás Natural Açu S.A. e a Golar Power Brasil Participações S.A. Essa ação abre caminhos para economia real no dia a dia, empoderando a nova geração a fiscalizar e exigir direitos.

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