A Operação Asfixia, realizada entre 9 e 29 de junho, resultou na destruição de equipamentos e infraestrutura utilizados por quadrilhas que exploram ilegalmente a Terra Indígena Yanomami. Foram inutilizadas duas aeronaves, duas pistas de pouso clandestinas, 14 acampamentos ilegais, 67 barracos, 12 cozinhas, seis geradores, além de rádios, baterias, motores, mangueiras e cordas. Uma embarcação também foi destruída.
A operação envolveu equipes da Funai, PRF, FNSP, Anac, ANTT e Ibama, que realizaram fiscalizações em áreas fluviais e estradas dentro da terra indígena. A base de operações foi instalada na pista do garimpo do Rangel, de onde partiram ações aéreas, fluviais e terrestres. O Comando Conjunto Catrimani II atuou no Rio Uraricoera, destruindo estruturas ilegais e patrulhando a região.
As pistas clandestinas Mukuin e Noronha, consideradas estratégicas, foram inutilizadas, e o Rio Couto Magalhães foi bloqueado para interromper uma rota de abastecimento fluvial dos invasores. A fiscalização foi reforçada com drones, barreiras policiais e abordagens a veículos suspeitos, resultando na apreensão de combustíveis e alimentos transportados irregularmente.

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