sexta-feira , 5 junho 2026
Início Caso de Polícia Polícia Civil prende homem por venda ilegal de canetas emagrecedoras no Rio
Caso de PolíciaSaúde

Polícia Civil prende homem por venda ilegal de canetas emagrecedoras no Rio

12
© Receita Federal/divulgação
© Receita Federal/divulgação

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou na segunda-feira, 1º de junho de 2026, uma operação para combater a venda clandestina de medicamentos para emagrecimento comercializados irregularmente pelas redes sociais. Conhecidas popularmente como canetas emagrecedoras, as substâncias controladas eram oferecidas sem prescrição médica e fora dos canais autorizados pela Anvisa. Agentes da Delegacia de Roubos e Furtos cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços localizados nos bairros de Ramos, na zona norte, e Vargem Pequena, na zona sudoeste. Um homem foi preso e medicamentos, um computador e documentos foram apreendidos durante as diligências.

Como foi realizada a operação

As investigações tiveram início após o recebimento de informações de inteligência que apontavam para a comercialização ilegal dos produtos. Com base nesses dados, a polícia obteve autorização judicial para realizar as buscas simultâneas nos dois endereços. A ação resultou na prisão de um suspeito e na apreensão de material que será analisado para identificar possíveis compradores e fornecedores envolvidos no esquema. A operação buscou interromper o fluxo de substâncias que não possuem registro sanitário adequado.

Objetivo e contexto regulatório

O principal objetivo da operação foi coibir a distribuição de medicamentos controlados sem qualquer tipo de fiscalização, o que representa risco à saúde pública. Paralelamente, a Anvisa mantém discussões sobre a regulamentação desses produtos, que vêm sendo vendidos de forma irregular em diversas plataformas digitais. As canetas emagrecedoras contêm princípios ativos que exigem controle rigoroso e acompanhamento médico, condições que não eram respeitadas nas transações identificadas pela polícia.

Próximos passos da investigação

Os itens apreendidos serão periciados para subsidiar o inquérito policial. As autoridades pretendem mapear toda a rede de distribuição e identificar outros envolvidos na comercialização clandestina. A Polícia Civil reforça que a venda desses medicamentos sem autorização constitui crime e coloca em risco a população que adquire os produtos sem orientação profissional.

Notícias relacionadas

© Rovena Rosa/Agência Brasil
PolíticaSaúde

Gestantes Munduruku têm nível de mercúrio 4,5 vezes acima do limite da OMS

Gestantes da etnia Munduruku na Terra Indígena do Médio Tapajós, no Pará,...

© Paulo Pinto/Agência Brasil
PolíticaSaúde

Um em cada quatro brasileiros desconhece que o câncer pode ser prevenido

Um em cada quatro brasileiros desconhece que o câncer pode ser prevenido,...

© Fernando Frazão/Agência Brasil
Saúde

Viajante belga com malária é isolado no Rio após retorno de Uganda

Um viajante belga que retornou de Uganda está sob investigação no Rio...

CidadesSaúde

Prefeitura de Aparecida lança carreta da saúde da mulher com mamografias e biópsias

A Prefeitura de Aparecida de Goiânia lança nesta segunda-feira, 1º de junho...