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Suspeito de agredir bebê no DF expõe falhas gritantes na proteção a vítimas de violência doméstica

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O caso de um homem de 39 anos preso em flagrante no Distrito Federal por suspeita de agredir um bebê de apenas 4 meses é um retrato sombrio da ineficácia das leis destinadas a proteger mulheres e crianças. Com uma ficha criminal que inclui 11 ocorrências, como perseguição, ameaças, lesões corporais e descumprimento de medidas protetivas sob as leis Maria da Penha e Henry Borel, o suspeito demonstra como o sistema judiciário falha em conter agressores reincidentes. Detalhes revelam crimes desde 2020, com episódios recentes em 2024 e 2025, culminando na prisão pelo Grupo Tático Operacional 48 da PMDF no Riacho Fundo I, após denúncias de violência doméstica. Essa repetição de violações não só choca, mas denuncia uma negligência institucional que permite que monstros como esse circulem livremente, colocando vidas inocentes em risco constante.

Pior ainda, o descumprimento flagrante de medidas protetivas evidencia uma aplicação frouxa da legislação, que deveria ser o escudo contra a barbárie. Os policiais encontraram o bebê com ferimentos na cabeça, exigindo socorro imediato ao Hospital de Base, enquanto o agressor foi levado à 27ª Delegacia de Polícia e transferido para a 29ª DP. Em um país onde a violência doméstica ceifa vidas diariamente, casos assim reforçam a urgência de reformas políticas mais rigorosas, punições efetivas e monitoramento real, em vez de meras formalidades que só servem para acumular papéis em delegacias. A impunidade persistente é um tapa na cara da sociedade, provando que, sem ação concreta, leis como Maria da Penha viram letra morta.

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