A Polícia Penal de Goiás estabeleceu uma parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG) para capacitar pessoas privadas de liberdade na produção de tecnologias assistivas de baixo custo destinadas a pessoas com deficiência. A iniciativa envolve o Lab.Eita e o Laboratório de Inovação para Soluções em Gestão Prisional (LISGP) e ocorre em unidades prisionais do estado e nos laboratórios da universidade. O acordo tem duração de cinco anos e não prevê repasse de recursos financeiros.
Detalhes da cooperação técnica
A cooperação técnica utiliza estruturas já existentes tanto nas prisões quanto na UFG. Pessoas privadas de liberdade recebem capacitação especializada para desenvolver equipamentos assistivos acessíveis. O modelo prioriza o uso de materiais de baixo custo e busca integrar inovação tecnológica ao ambiente prisional.
A ação abrange Goiás inteiro e conta com a participação direta do diretor-geral Josimar Pires. O foco permanece na qualificação profissional sem necessidade de novos investimentos em infraestrutura.
Objetivo de ressocialização
O principal propósito é transformar o ambiente prisional em espaço de aprendizado e produção. Dessa forma, a iniciativa reforça a política de ressocialização por meio de qualificação profissional e geração de oportunidades reais de inserção social.
Posicionamento institucional
Essa abordagem transforma o ambiente prisional em espaço de aprendizado e produção, fortalecendo a política de ressocialização por meio da qualificação profissional e da geração de oportunidades reais de inserção social
Josimar Pires
Esse acordo exemplifica como segurança pública, inovação tecnológica e inclusão social podem convergir para a construção de um sistema prisional mais humanizado e eficiente. Ao proporcionar capacitação profissional e oportunidades de ressocialização, a Policia Penal cumpre seu papel fundamental na sociedade, contribuindo não apenas para a segurança pública, mas também para a dignidade e a reinserção social de pessoas privadas de liberdade
Josimar Pires
