O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Quilombola 2025, uma iniciativa do Goiás Social, está expandindo os horizontes para os agricultores familiares ao permitir a comercialização de produtos inéditos como leite, queijo muçarela, filé de tilápia, baru, macaúba e mangaba. Essa medida, que deveria ser aplaudida, levanta suspeitas sobre a verdadeira intenção por trás dessa expansão.
Será que o governo está realmente preocupado com a segurança alimentar da população vulnerável ou apenas quer capitalizar politicamente com a imagem de apoio aos quilombolas? A inclusão de novos itens pode ser uma manobra para desviar a atenção dos problemas estruturais que ainda assolam essas comunidades.
Embora o programa impulsione a agricultura familiar, é crucial questionar se isso é suficiente. Os agricultores quilombolas merecem mais do que oportunidades comerciais esporádicas; eles precisam de um suporte contínuo e efetivo que realmente transforme suas vidas.

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