Denúncia expõe falhas em atendimento na UPA Geraldo Magela
Uma denúncia contra uma servidora da UPA Geraldo Magela, em Aparecida de Goiânia, Goiás, ganhou destaque nesta sexta-feira, 2 de janeiro de 2026. Adriano Rafael Passos do Prado relatou que sua mãe, Sueli Madalena do Prado Barbosa, de 70 anos, recebeu uma sugestão inadequada durante um atendimento emergencial. A idosa, que sofreu uma queda com hematomas, edemas e suspeita de traumatismo craniano, aguardava o laudo de tomografia quando a atendente propôs “oração” em vez de providenciar o documento necessário.
O incidente no setor Flamboyant
O episódio ocorreu na tarde de 1º de janeiro de 2026, por volta das 14h20, na UPA Geraldo Magela, localizada no setor Flamboyant. Adriano acompanhava a mãe após exames realizados em outros locais de saúde. Ele esperava a impressão do laudo de tomografia para prosseguir com a análise médica, mas enfrentou demora e falta de encaminhamento efetivo.
A servidora, em vez de agilizar o processo, sugeriu que a oração resolvesse o quadro grave da idosa. Essa resposta gerou indignação e motivou a denúncia, destacando possíveis falhas no protocolo de atendimento emergencial.
Contexto da denúncia e impactos
A ausência de um laudo oficial impediu uma avaliação médica mais precisa, agravando a situação de Sueli Madalena. A denúncia aponta para problemas sistêmicos, como demora no atendimento e falta de suporte adequado em unidades de pronto atendimento. Em Aparecida de Goiânia, casos semelhantes têm sido reportados, levantando debates sobre a qualidade do serviço público de saúde.
Adriano Rafael buscou registrar o ocorrido para cobrar melhorias, enfatizando a necessidade de procedimentos mais eficientes. Autoridades locais ainda não se pronunciaram sobre o caso, mas a publicação da denúncia em 2 de janeiro de 2026 pode impulsionar investigações.
Reflexões sobre o sistema de saúde
Esse incidente reflete desafios enfrentados por pacientes idosos em situações de emergência, especialmente com suspeitas de traumatismo craniano após quedas. A sugestão de oração, embora possa ser vista como uma tentativa de conforto, não substitui ações médicas concretas. Hoje, 3 de janeiro de 2026, o caso serve como alerta para a importância de treinamentos e protocolos rigorosos em UPAs.
A denúncia reforça a demanda por transparência e eficiência no atendimento público, incentivando usuários a reportarem irregularidades. Sem laudos impressos e encaminhamentos ágeis, quadros graves podem evoluir de forma negativa, impactando a confiança na rede de saúde de Goiás.
